
Persistence of Memory, Dali
Se o tempo parasse era uma desgraça. É o tempo que cria o movimento ou o movimento que cria o tempo. Se ele não existisse nada acontecia, como um fotograma, uma imagem parada, gravada, enfim sem movimento, sem desenlace, sem um fim, sem um princípio, no fundo sem nada, unidade. Mas o tempo não passa de uma sucessão de movimentos dessas mesmas unidades em choque continuo, com acções e reacções. Então para existir tempo, têm de existir unidades que se interligam em momentos fragmentados pelo o espaço.
Odeio-te!
Fazes a minha alma sangrar.
Fazes me não amar.
Quero sentir a tua boca junto do meu ouvido.
Ouvir-te gemer de desejo sem sentido.
O qual vou deixar insatisfeito.
Para poder transmitir.
A dor que crias-te em mim.
Não tens pudor no teu amor,
Eu não tenho perdão para ti!
Vingas-te de mim!
Ao fazer nascer a chama,
Do amor pelo desejo.
Eu uno mundos de prazer e sentimentos!
Tu experimentas apenas aquilo que eu crio!
É isso que te faz viver!
Vejo-o no teu olhar desesperado pelo
Sentimento de possuir.
Olhar que me faz derreter.
Diluo-me em prazer.
Que nunca acaba por contentar,
A ansiedade da minha alma.
Odeio-te!
Quando te esvazias,
Enches-me da tua cobardia.
Que provem da tua insatisfação.
Os teus medos são os meus receios!
Odeio-te!
Porque me fazes ver ao espelho.
Odeio o teu desprendimento devido ao medo.
Fazes com que a minha alma escarneça
De fúria cheia de angustia.
Não tens coragem para me amares,
Para me acompanhares.
Escondes-te por trás do desejo imediato,
Perdes-te em mares de lençóis pérfidos.
De líquidos incompatíveis.
Sinto o que sentes!
Tenho o cordão que nos liga enrolado
A volta do meu pescoço.
Sinto o cheiro que libertas quando em êxtase.
Sinto o que anseias!
O que desejas,
Não te darei!
Juro que não o terás também!
Pela simples razão que te odeio.
Esse cordão que nos une,
Sufoca-me de tal modo.
Que sinto a vida a sair de mim.
Sinto a vaguear para que ela te possa atormentar.
És cruel no teu amar.
Roubas-me a felicidade!
Acrescentas-me saudade!
A qual é impossível de recrear e compensar.
Como te odeio e amo.
Sentimentos contraditórios que crias em mim
És o Deus que reina no meu inferno!
Por não compreender.
Por não conseguir romper,
O cordão que nos une.
Que faz de nós o mesmo.
Não o consigo cortar!
Não te posso mais amar!
Decido então odiar-te.
Sou como a lua. Nem sempre visível mas sempre presente. Sou o vento da mudança perpétua em torno de vós. Senhor do pensamento tenebroso. Sei que as brumas que antecedem a inevitável mudança ainda são mais temíveis que o teu pensamento grotesco. Pois eu, a senhora da mudança, vivo neles, num mar tão indesejável. Que esse mesmo viver e permanência torna-me portadora de conhecimento e sabedoria que me permite chocar o mundo para sempre. Para sempre o poder proteger... Disse e volto a dizer: sou a galinha que pôs o ovo, e o ovo que a galinha pôs.
Sou como a lua. Nem sempre visível mas sempre presente. Sou o vento da mudança perpétua em torno de vós. Senhor do pensamento tenebroso. Sei que as brumas que antecedem a inevitável mudança ainda são mais temíveis que o teu pensamento grotesco. Pois eu, a senhora da mudança, vivo neles, num mar tão indesejável. Que esse mesmo viver e permanência torna-me portadora de conhecimento e sabedoria que me permite chocar o mundo para sempre. Para sempre o poder proteger... Disse e volto a dizer: sou a galinha que pôs o ovo, e o ovo que a galinha pôs. Em mim foi depositada a grandeza do poder, o simples e complexo poder da vontade. Da inibição do corpo sobre a mente. Para que a mente se torne real ela deve obedecer à necessidade de compreender, pois é na compreensão de cada facto, acontecimento, e da análise dos seus vários pontos de vista que atingimos a ultima mente perante o incerto desconhecido. Esses caminhos para a compreensão podem ser caóticos, no entanto são certos como chuva no Inverno. Sou eu que vos trago a mudança, para que para sempre prossigam pelos mares do infinito. Mares esses temidos, por vós, pequenos mortais. Viciados na eterna necessidade de toque para crer. Embora mortais são travessos e são protegidos perante a sabedoria que existe. Sabedoria essa que apenas representa a vossa atenuante necessidade da procura da essência, para acreditarem em vós. Sem nunca se aperceberem de que vós sois o próprio crer.
Mudanças que vos fazem circular, rodopiar pelas esquinas da vida. Quando estão a virar, a mudar, a passar para a rua seguinte, existe sempre aquele receio. Medo daquilo que não se vê nem se pode prever. Na vida sucede o mesmo. Sempre que a vossa vida muda vós fechais-vos a sete chaves, esquecendo-vos de parar, ou abrandar o passo para avaliar a fundo a situação. Pois! Mas vós não sabeis que eu sei o que vão ficar a saber. Que vocês simplesmente não param porque não sabem como. Na vida tudo tem o seu padrão. Para mim aquilo que se chama vida não é mais do que uma dimensão de um vasto universo sem fim nem princípio. Acho que somos uma bola de neve que cai não se sabendo bem para onde. E vocês não fazem ideia do quanto são importantes. O vosso mundo e universo começa a tomar proporções imensas, maiores do que vocês possam julgar. Dá-me vontade de rir porque nem vocês mesmo sabem o que são nem o que representam. Vivem apenas da necessidade do querer pertencer, não compreendem que realmente pertencem a algo, senão não estariam nele. E tal como vocês necessitam de matéria para comer, nós também. No entanto somos diferentes, nós já não comemos realmente matéria, mas como é lógico alimentamo-nos. O nosso alimento e sustento são os pensamentos libertados por vós. E ultimamente tem-se tornado amargos. Não compreendo o que se passa com vocês, não se podem render à necessidade e permanecer estáticos perante a vida. Ela comporta o padrão do certo, é como se tivesse um único caminho, mas muito ramificado. É difícil explicar-vos o que vai no meu pensamento porque é demasiado abstracto para vós. Vou tentar usar metáforas. Tal como vós temos um gosto: uns gostam de coisas mais... mais desagradáveis (para vocês, claro); outros de coisas doces. Como vocês, uns gostam mais de doces enquanto outros de picante ou salgado. E o vosso pensamento e sentimentos, para nós, comporta essas mesmas qualidades de descrições, gostos e vontades. No caso dos nossos seres, simplesmente mantemos uma relação de simbiose. No entanto existem outros que vos são predadores. Mas agora não interessa. Pois nós temos de proteger as nossas colheitas, como é óbvio. Quando têm problemas com o gado ou com as sementeiras, também cuidam delas, porque elas vos são necessárias para existirem. Não tenham medo, não somos nós que vos devoramos. Nós só nós alimentamos da energia, que libertam quando pensam, ou quando sentem sentimentos fortes. O que me leva a estar agora a falar convosco. Não sei se estão a ouvir ou não, mas aqui vai a mensagem. Por obra milagrosa pode ser que consigam entender o que vos quero dizer. O que acontece é o seguinte: Não sei o que se passa, mas as vossas emoções estão a ficar podres. Pronto disse! O que é que aconteceu ao lutar por aquilo que vos faz sentir bem, o que é que aconteceu à emoção do inesperado? Estão imobilizados, estáticos perante o medo de verem o que está do outro lado da esquina. Porque vocês também necessitam das emoções, senão ficam como que vazios. É uma doença cada vez mais comum. Que raio de medo é esse que vos rouba a vontade, o querer? Pois essa é a vossa maior virtude, embora passem a vida a lutar pelo que não devem. Eu compreendo, não sabem pelo o que lutar. Então se não o sabem, lutem por aquilo que vos faz felizes. Ficam saborosos quando estão idealistas. Cada pensamento é uma janela de uma outra dimensão. Como que outro universo, por vezes edificado por vós próprios (ou julgam mesmo que os pensamentos e palavras ficam-se pelo som que sai de vós ao falar?), pela simples e criativa energia da sua conjuntura. Pois, deixem-me dizer-vos que nada neste nem em outros mundos ou universos desaparece. Eu não sei os segredos de tudo, se o soubesse seria Deus. Mas não o sou. Apenas sou outro ser tal como vós, que habita nesse mar tão incrível que deixa os seres mais avançados ou mais experientes sem modo de o descreverem. Como nascem e morrem, ficam limitados a essa experiência de começo e fim, logo criamos o conceito de que tudo tem o seu princípio e fim, não compreendemos que tudo tem o seu ecossistema, como se o inteiro universo fosse uma máquina de reciclagem, pois é desse mesmo factor que ele sobrevive, essa necessidade e fonte de energia inesgotável advém da sua perpétua auto transformação. Acho que nunca deixamos de não existir, apenas também nos transformamos a cada minuto, a cada segundo, tal como o universo de que fazemos parte. Se assim continuarmos as fornalhas da vida das emoções jamais deixarão de cessar, o pensamento prossegue sobre sua própria vontade após termos experimentado todo o processo de reciclagem do corpo ou matéria, ou acham mesmo que no universo tudo é caótico? Pois não o é. O caos só existe se não o explorarmos. Como um prato de esparguete: quando puxamos um dos fios tudo o que está dentro do prato move-se. O movimento em cadeia é um movimento conjunto de união. Imaginem que o universo é um novelo de lã, e nós somos gatos que ainda não descobrimos como o enrolar mas sim como brincar e desenrola-lo. Então brinquem e façam-no expandir para todo o sempre. E tornem-se em deus criador. Essa é a nossa crença. Acreditamos no poder da vontade como poder de manipulação das ondas do tempo, do fim e do começo. Pensem no que vos digo. Temos toda a eternidade, somos apenas fragmentos de uma consciência maior. Ramificamo-nos. Cada um especializa-se num determinado sentido, embora ilógico e incognoscível existe sempre algo a ser criado, inventado, reformulado. Porque se somos constituintes da criação, do criador, comportamos igualmente as suas características, não ao mesmo grau mas dentro do nosso sentido. Logo, ao expandirmo-nos, ao simplesmente observar, estamos a criar milhões de energias que se iram transformar em milhões de outros acontecimentos, que por sua vezes se multiplicam e continuarão a existência até cada um se tornar em um. A vida abre rasgos no vazio ainda por completar. É nas semelhanças que se encontram as diferenças e razões. O igual é apenas símbolo do seu parentesco com algo, seu semelhante. Ainda têm um longo caminho para percorrer. Vocês são engraçados. Aqui me despeço. Até outro acontecimento perdido no vazio. É só pensarem, e logo logo estão de novo a reencontrar-me. Lembrem-se que a verdade é sempre como a lua: nem sempre visível mas sempre presente.

There are 9 people in this picture.
Can you find them all?
http://www.grand-illusions.com/
Recordações do passado recente estão sempre presentes. São lembranças que acarretam sapiência à emoção. Senão olharmos em vão, compreenderemos os elos que surgem a todo o instante. Enlaçam os seres em constante necessidade e coesão. São as vontades que se chocam. Nada é perfeito pois a continuidade vem da imperfeição que se tenta tornar em perfeição.
"... para o verdadeiro poeta a metáfora não é uma figura de retórica, mas uma imagem substitutiva que lhe entra no espirito em lugar do conceito. ..."
Nietzsche, "A Origem Da Tragédia"
Perdi as palavras,
Giram em ciclos viciosos e rotineiros.
Sinto-me presa!
Fico enjoada só de pensar
No que deixo por descrever.
Mundos nascem a todo o momento
No meu pensamento.
Necessitam de se projectar na realidade,
Para se poderem expandir,
E alcançar o seu devir.
São bolhas que crio,
Elas são fertilizadas por Neptuno.
São ondas de prazer fantástico,
Que crescem sem um só minuto parar.
Então a minha mente transforma-se em útero.
É dele que a vida se projecta,
Mundos desconhecidos,
Embriões que nunca deixam de existir.
Eles apenas exigem criatividade.
Não posso parar de pensar,
Fico inebriada só de relembrar.
Sopro nesses universos paralelos,
Neles as regras mudam,
Alternando realidades mutáveis.
A sua realização apenas a mim foi entregue.
De noite quando adormeço,
Por elas navego.
Um sinal, um mundo,
Um símbolo,
Um bolo com tudo o que de doce existe,
Um beijo, um perdão…
Palavras onde estão?
Ser, sinal, símbolo,
Ter tudo e nada, sem refúgio.
Palavras que borbulham por searas de cevada inconsciente,
São instrumentos para os sentimentos.
Estou cá desde o início e vim do infinito. Criei civilizações, inventei religiões, destruías e voltei inventa-las, vezes sem fim. Criei costumes, morais e razões. E no fim do início, e no início do fim, apesar de tudo ter experimentado, de tudo conhecer, e de tudo um pouco ter feito, continuo sem compreender uma única coisa: o amor, a origem, o inicio…
"Não é a satisfação da vontade que é a causa do prazer (-eu quero combater esta teoria superficial- a absurda falsa moedagem psicológica das coisas próximas-), mas é o facto de que a vontade quer ir mais longe e tomar-se senhora do que se encontra sobre o seu caminho.
O sentimento de prazer reside precisamente na insatisfaçao da vontade, na incapacidade da vontade para se fazer satisfazer sem adversário e resistência."
Nietzsche, La Volonté de Puissance
(Essai d´une transmutation de toutes les valeurs)

Chove, chove e chove, não chove só lá fora, chove aqui e agora. E o número 9 passeia pela eternidade. O mago com todos os seus utensílios tenta passar por entre a chuva da roda da vida, mas o mago esqueceu-se que apenas o numero 9 lhe pode mostrar o caminho seguro, o mago julga que a roda é só ele e mais uma nulidade, mas é o número 9 que põem tudo no seu lugar. Por isso ele encaminha as essências para o alto ou para as profundezas, consoante o espírito de cada um que por ele passar.
Amar! mas dum amor que tenha vida...
Não sejam sempre tímidos harpejos,
Não sejam só delírios e desejos
Duma doida cabeça escandecida...
Amor que viva e brilhe! luz fundida
Que penetre o meu ser - e não só beijos
Dados no ar - delírios e desejos-
Mas amor... dos amores que têm vida...
Sim, vivo e quente! e já a luz do dia
Não virá dissipá-lo nos meus braços
Como névoa da vaga fantasia...
Nem murchará do sol à chama erguida...
Pois que podem os astros dos espaços
Contra uns débeis amores... se têm vida?
Antero De Quental, Sonetos Completos
Não duvido que o mundo no seu eixo
Gire suspenso e volva em harmonia;
Que o homem suba e vá da noite ao dia,
E o homem vá subindo insecto e seixo.
Não chamo a Deus tirano, nem me queixo,
Nem chamo ao céu da vida noite fria:
Não chamo à existência hora sombria;
Acaso, à ordem; nem à lei desleixo.
A natureza é minha mãe ainda...
É minha mãe... Ah, se eu à face linda
Não sei sorrir, se estou desesperado;
Se nada há que me aqueça esta frieza;
Se estou de fel e de tristeza...
É de crer que só eu seja o culpado!
Antero De Quental, Sonetos Completos
Olhei e não vi, como poderia eu ver o que realmente se passava ou o que se passou e o que há-de passar. A névoa que se perpetua em mim, tão singela que apenas desfoca o objectivo central, tento fugir do que não quero ver. Quero correr, fugir. Encolho-me para tentar evitar o inevitável, tudo é como um tapete rolante onde devido a sua velocidade ninguém consegue sair, apenas voamos em direcção a um determinado fim, supomos nós. Que ingenuidade perversa alimentamos todos os dias? Será assim tão difícil saber, compreender, que só andamos assim porque queremos, é o medo do o que se vai passar a seguir, será mais ou menos agradável. Pois é. É como se o passado fosse inalterável no entanto talvez a única variável seja o presente que é uma consequência do passado, mas para maior das graças será o futuro uma consequência do passado ou do presente, logo como as consequências do passado são manifestas no presente, também no futuro elas serão manifestadas como as consequências tanto do passado como do futuro o que faz:
F = Pa + Pr ou Pa + Pr = F
Podemos concluir que por mais que queiramos que um dos três seja só por si, é impossível são unos. Embora cada um represente uma determinada qualidade. Dia a dia eles tentam mostra-nos as maravilhas e horrores do todo, para os compreendermos. Porque afinal ninguém realmente compreende o porque dos porquês. Não existe princípio, nem fim, é tudo como uma bola. Mas essa bola não existe por existir, à volta da bola tem de existir sempre algo mais, tem de existir um porquê para a existência dessa bola por assim dizer, a sua origem. É dessas mesmas questões que nos alimentamos.
Se somarmos todos os Passados individuais poderíamos ver de onde veio o Passado de todos porque derivam uns dos outros, logo teríamos um momento único onde o dito Passado fosse comum, de onde nasceu, tal como nós.
Será isso a que chamamos o princípio? Será que realmente esse início existe? E se existe porque é que, por mais que o procuremos, não o conseguimos encontrar de forma alguma. A única reacção a esse pensamento é mais uma nova e fresquinha e inovadora questão. Mas se não se tiver dado o começar de tudo, não existe começo nem mesmo fim. Será que é através desta lógica um tanto ou quanto incompreensível, que temos sempre a sensação de que existe um nascer e um fim? Como se fosse algo inconsciente, algo tão antigo como o inicio. É claro que o principio do presente é o passado, e o principio do futuro o presente. Mas onde é que está a ligação que une o passado e o futuro fechando o circulo? Será o tempo contínuo? Ou será ele circular? E se é circular onde e como podemos nós sair do futuro para o passado ou vice-versa? Eu acho que apenas em pensamento, se o passado já aconteceu ele não pode ser alterado pois se o for tanto o presente como o futuro também serão alterados, são interdependentes. São como se fossem um gigantesco labirinto de pensamentos e sensações que nos prendem num género de capoeira sem rede nem muros. Somos nós mesmo que nos tornamos prisioneiros e não damos por isso. Porque se o presente e futuro são apenas as consequências de um dito passado que não é nada mais do que um presente de um acto altamente volátil. A única maneira a meu ver de o transformar é ter ou conseguir adquirir o mais alto grau de sabedoria. E com ele poder ver as vertentes de todas essas ditas consequências. Um acto praticado não passa de uma explosão de acontecimento que se projectam no futuro e presente, mas independentemente desse acto, nós ao termos conhecimento suficiente podemos tentar escolher. Manobrar as consequências que são inalteráveis mas no entanto muito diversas, para nós.
Partida
Largada
Fugida
Aventura
Desmedida
Altiva
Sedativa
Recreativa
Sem sentido
Indecisa
Sobre o rumo
A tomar
Será por mar?
Prateado
Pelo
O luar
Deslumbramento
Firmamento
Fixado
No olhar
Espantado
Curiosidade
Que nasce
Como erva daninha
Confunde-se com
A compreensão
De uma crença.
Sujeito – mostra o que por trás da capa possuis.
Somos uma peça de um puzzle, e quando nos unimos temos a certeza de que existe complementaridade.
" Um sinal é uma parte do mundo físico do ser (being), um símbolo é uma parte do mundo humano do significado (meaning). "
E. Cassirer

Contem os pontos negros...
www.grand-illusions.com/movingspots.htm
" Unidade na variedade, tal é a sua divisa: e só essa unidade é fecunda, porque só ela permite a expansão da natureza humana em toda a riqueza das suas faculdades."
Antero de Quental, As Tendências Gerais da Filisofia na Segunda Metade do séc. XIX